segunda-feira, abril 18, 2005


Piquena exortação

Às vezes, dou por mim imaginando como seria este blog se todos nós, os guardadores, escrevêssemos regularmente.
Sem qualquer laivo de modéstia, e conhecendo-os há uns bons anos, tenho a certeza quão mais pertinente o espaço seria. É certo que, muito provavelmente, já estaríamos à batatada e em plena batalha campal, em concomitantes quezílias, repletas de razões a – por - entabular, mas também seria por aí, ou por aqui, que residiria o maior gozo ou a maior excitância – como alguém tanto gosta de proferir...
E tal como nos nossos jantares em que a escolha do restaurante fica completamente condicionada pelas obscenas horas do seu encerramento – sem, obviamente nunca descurar o cardápio (oh, oh!) -, o contra-rótulo do Cartuxa 2001, como o Aracne de Franco Alexandre, seria escopo das mais criteriosas e opinativas recensões, argumentadas até à última sílaba, fervorosamente. Isto, obviamente, passando por puericultura, bola, cilindradas, culinária ou indumentária.
Cerejas, sim, mas que por cá, com tanta pena, não vislumbro.